O Fórum de Líderes é um evento pequeno e exclusivo, para apenas 25 empresários e executivos. Nosso objetivo é criar um ambiente informal, interativo e de alto nível de conteúdo. Um formato que permite aos participantes expor seus pontos de vista e, assim, participarem de forma mais efetiva num ambiente de mútua confiança. Estes encontros duram cerca de 3 horas e aconteceram na suite presidencial do Hotel Sofitel São Paulo.
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I Fórum de Líderes:
“A GESTÃO DE EMPRESAS FAMILIARES – UMA VISÃO AMÉRICA LATINA”
Especialista convidado: Manuel Bermejo
Manuel Bermejo é professor do IE Instituto Empresas Business School desde 1992, nesta vinda ao Brasil, falou sobre as peculiaridades de empresas familiares da América Latina e as singularidades que afetam a gestão destas empresas e seus familiares no século XXI, além de mostrar alguns modelos, modernas ferramentas e experiências de sucesso que ele vivenciou.
Participaram deste evento propritários e sócios de empresas de todos os portes.
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II Fórum de Líderes:
“GOVERNANÇA DE TI NA IMPLANTAÇÃO E USO DE ERP (ENTERPRISE RESOURSE PLANNINNG)”
Especialista convidado: José Esteves
O português José Esteves é doutor em Software – Sistema de Informação pela Universidad Politecnica de Catalunya, Barcelona – Espanha, e tem mestrado em Sistema de Informação, Universidade do Minho, Porto – Portugal. Em sua vinda ao Brasil, conduziu uma conversa interessante sobre a implantação de sistemas de software nas empresas e os impactos produzidos, obrigando a empresa a ter um novo comportamento individual, organizacional e social. O prof Esteves defendeu a tese de que a maneira como as pessoas interagem com a tecnologia da informação será determinante no sucesso ou fracasso de sua implementação.
Este evento contou com a participação de executivos seniores e diretores financeiros que atuam na área de TI (CIO’s e CFO’s) de empresas de renome.
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III Fórum de Líderes:
“GEREÇÃO Y”
Especialista Convidado: Bob Wollheim
.Bob Wollheim é sócio-diretor da Sixpix Content, e fez um overview das principais características da Geração Y, a primeira que chega à vida adulta tendo o mundo digital como algo presente em suas vidas e não como novidade, e que hoje representa 47% da força de trabalho nas 500 maiores empresas brasileiras. O debate central foi como lidar com esta geração impaciente, preocupada com si mesmo e interessada em construir um mundo melhor. E do grande desafio das empresas em atrair, motivar e reter estes jovens.
O evento contou com um público misto de executivos e empresários seniores de empresas variadas.
IV Fórum de Líderes:
” FUSÕES DE EMPRESAS (M&A)”
Especialista convidado: Julio Urgel
Julio Urgel é vice-presidente do Conselho Consultivo do IE Instituto Empresa Business School e especialista em “Fusões e Aquisições”, em sua passagem pelo Brasil, ele falou sobre as oportunidades que a crise financeira trouxe para M&A’s. Para muitas empresas esta é a chave para o crescimento, maximizando o valor do acionista e criando vantagens competitivas, embora ainda seja amplamente reconhecido que os riscos envolvidos são altos e a taxa de falhas são intimidativas.
Participaram deste evento executivos e proprietários de empresas em processo de fusã
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Informações e Contatos:
Luciana Munhoz – lucianamunhoz@exgv.org.br
Pedro Carvalho – pedro@authent.com.br
Há 3 setores que tipicamente tem os maiores salários, e maior executivos com maiores salários, para Executivos no Brasil segundo nossa experiência. São eles: Bancos, TI e Mídia/Publicidade/Comunicação. Não coincidentemente nossos comentários e pesquisa desta sessão vão para um ou mais destes setores com grande frequência.
Crescimento vs Oportunidades em Geral
O influxo de capital de investimento estrangeiro continua alto e tem proporcionado boas oportunidades para Executivos Brasileiros. Estudo do BID revela que, depois da crise financeira, o brasileiro se beneficia muito mais que outros países da América Latina.
O Brasil, está muito bem posicionado em um mundo no qual as economias emergentes são os motores do crescimento. Ou seja, o País mantém uma parceria comercial intensa com os demais emergentes e se beneficia dos preços internacionais mais elevados das commodities e do ingresso de capital produtivo.
O Brasil, tem previsão de crescimento econômico para 2011 de 4,4% segundo o BID. O Banco também comenta que o modelo brasileiro de crescimento faz bom uso da bonança externa, com sólida administração da macroeconomia e do setor financeiro, evitando o superaquecimento e mantendo-se atento a qualquer sinal de vulnerabilidade que possa colocá-los em risco, enquanto investem no aumento da produtividade.
O estudo do BID parte do princípio de um inevitável reequilíbrio da economia mundial, dada a necessidade de ajuste progressivo nas contas fiscais e nas contas correntes das economias mais industrializadas. A rigor, essa tarefa será rodeada de riscos para o comércio internacional, em função da necessidade de esses países reduzirem seus déficits com as economias emergentes.
Crescimento TI/Telecom
Pesquisas da Authent® e Centro de Carreiras Ex-GV nos levam a continuar otimistas quanto a crescimento de oportunidades em Telecom. De fato, o gasto das empresas com serviços de telecomunicações na América Latina registrou expansão de 9% no ano passado, na comparação com o ano anterior, e há uma tendência forte de alta nos serviços de Cata Center.
O gasto das empresas com serviços de telecomunicações na América Latina registrou expansão de 9% no ano passado, na comparação com 2009, puxado pelos serviços de transmissão de dados móveis e de data center, de acordo com estudo da IDC. Segundo a consultoria, somente as despesas com a transmissão de dados móveis tiveram aumento de 29%, impulsionadas pela demanda por serviços de banda larga móvel, cujo crescimento ficou em cerca de 40% em 2010.
Já o dispêndio das empresas latino-americanas com serviços de data center teve alta de 21%, tendência que deve se manter neste ano, com crescimento de 18% neste ano, prevê a IDC.
Os serviços de voz continuam representando a maior parcela dos gastos das empresas da região com telecomunicações. A telefonia fixa representou 32% do total em 2010, fatia que tende a cair para 23% em 2013. A telefonia móvel, que respondeu por 29% no ano passado, deve ter a participação reduzida para 11% neste ano.
Em relação a transmissão de dados por meio de rede fixa, a consultoria aponta a tendência de continuidade da migração para a tecnologia de IP, cujas conexões aumentaram 20% em 2010 e devem continuar crescendo até 2013.
Fonte e Bibliografia:
Você não pode voltar o relógio, mas pode mostrar sua paixão e resultados aos Decision Makers.
É frequente parecer que o relógio está contra nós quando temos mais de 40 anos.
Contrariamente a entidades Norte-Americanas, aqui no Brasil o ônus da prova dos processos de entrevista cai sobre o candidato nos casos de discriminação de idade. Até mesmo nosso governo, uma entidade legal, parece lutar contra nós ou, pelo menos, dispostos a ajudar.
Recebo tantas perguntas sobre a discriminação de idade que tenho agora uma categoria especial dedicada a este tema em meu blog.
Muitos de nós ficamos chateados com o tratamento aos Executivos acima de 50 anos porque a maioria sabe que temos de trabalhar bastante, até bem depois dos 60 anos, antes de nos aposentarmos. Mas pesquisas recentes indicam que poucos de nós realmente queremos trabalhar depois dos 60 – e essa tendência pode ajudar a explicar, ou desculpar, preconceitos de muitos empregadores.
Pesquisa da consultoria DeLong & Associates realizou um estudo sobre trabalhadores mais velhos e as características de contratação intitulado “Buddy Can You Spare a Job?”. O relatório revela que a maioria dos trabalhadores mais velhos sentem a pressão financeira para trabalhar após os 60 anos, mas poucos trabalham ou mostram um desejo de trabalhar. Por sua vez, empregadores temem contratar empregados que são menos apaixonados pelo seu trabalho (traço menos encontrado nos colegas mais jovens).
Isso levanta uma questão interessante para perguntar a si mesmo nesta altura de sua carreira: você é apaixonado pelo seu trabalho? Como? E como essa paixão pode afetar sua capacidade para encontrar emprego?
Você consegue encontrar algo que você realmente gosta? Sua paixão (ou falta dela) vai aparecer durante a entrevista. Então o primeiro passo é considerar quão compromissado você está com seu trabalho atual. Quão apaixonado você está?
Encontre sua paixão, depois o trabalho
Se você já não tem paixão pelo seu trabalho atual, talvez seja hora de algumas auto avaliações. Embora você tenha acumulado experiência em diversas áreas ao longo dos anos, agora pode ser o momento de redefinir e reorientar a sua história.
Claro, você pode ser bom em muitas coisas, mas pergunte a si mesmo:
“De todas as coisas que eu já fiz, ou quero fazer (funções, habilidades e capacidades), o que realmente me traz a maior alegria neste momento na minha vida?”
Encontre uma coisa que você sinta que faz com prazer e foque nela. Se algum de seus feitos passados e experiências não for ligado diretamente aos requisitos deste foco, então não as enfatize.
Lembre-se, esta é a sua história. Diga isso à sua maneira. Você irá querer direcionar seu currículo de modo a mostrar-se da forma mais positiva e poderosa possível. Isso significa aumentar apenas os aspectos de sua experiência que sejam relevantes para a sua recém-centrada meta de carreira e paixão. Neste estágio talvez seja útil procurar por um consultor de carreiras com experiência, visões práticas e objetivas.
Venda Resultados, não Anos
Depois de identificar seus objetivos, você pode precisar vendê-los de forma diferente da que você fez no passado.
Não faz muito tempo, você poderia ganhar um emprego apenas por falar sobre suas habilidades adquiridas nos últimos 15 anos que passou trabalhando. Os Decisoin Makers estão a procura de resultados, não de anos. Converse na língua que qualquer empregador compreenda e aprecie: retorno sobre o investimento. Ao invés de citar 20 anos de experiência, identifique seus benefícios para o empregador e coloque-os em termos monetários. Apoie suas realizações com fatos baseados em benefícios. Venda-os sob um formato que ajudou seus ex-empregadores a perceber valor.
O dinheiro fala, e fala em voz alta. A boa notícia é que o tema “faturamento” ou “lucro” pode superar a idade. Como funcionário, você quer ganhar ou economizar receitas para o seu empregador. Levante as suas muitas realizações profissionais até obter a resposta de quantas maneiras você ajudou seus ex-chefes ganhar e poupar financeiramente e economizar tempo. Esteja preparado para demonstrar situações em que você já conseguiu isso.
Você não pode eliminar o preconceito de idade no local de trabalho, mas você pode superar um grande obstáculo, que é a percepção de que, como um trabalhador mais velho, falta-lhe a paixão de um jovem profissional. Você pode não ser capaz de regenerar uma paixão perdida, mas pelo menos você pode desenvolver um renovado entusiasmo e concentrar no que você quer durante a procura por um novo emprego. Adicionalmente um breve e eficiente discurso de vendas ajudará para a superação de velhas percepções a respeito da idade.
Até a próxima Edição!
Até a próxima Edição!
Pedro Carvalho
Centro de Carreira dos Ex-Alunos da GV
Partner – Authent® Executive Search & Recruting
Fonte e Bibliografia:
Over 40 & You’re Hired!: Secrets to Landing a Great Job por Robin Ryan
Over-40 Job Search Guide: 10 Strategies for Making Your Age an Advantage in Your Career por Gail Geary
Buddy Can You Spare a Job? Autor: DeLong & Associates – http://www.klhagen.com/associates_klh_2.php.
Reaching People Under 40 While Keeping People Over 60: Being Church for All Generations (TCP Leadership Series) por Edward H. Hammett and James R. Pierce
Finding a Job After 50: Reinvent Yourself for the 21st Century – por Jeannette Woodward
Your Next Career: Do What You’ve Always Wanted to Do (Your Next Career: Do What Your’ve Always Wanted to Do) – por Gail Geary
Frequentemente recebo apelos de executivos dizendo que não sabem como lidar com questões de discriminação relacionada a idade. Eles querem saber como manter sua vantagem competitiva em relação aos concorrentes mais jovens. Legal ou não, a discriminação pela idade, é algo que você vai ter que enfrentar quando estiver aperfeiçoando sua estratégia de networking, seu curriculum e seu marketing pessoal.
Qual a idade que você passa quando está sendo entrevistado? Mesmo não mostrando datas no Curriculum, é fácil calcular a sua idade baseado na data de sua formatura ou mesmo no tempo que você esta trabalhando. No entanto, eis a verdade: Percepção é a nova realidade. Aprenda a arte de ser percebido como mais jovem, bem como parecer mais jovem. O importante é entender que, neste tema de empregabilidade executiva, juventude é algo que vai além da percepção visual.
Já há algum tempo tenho apoiado altos executivos, ajudando-os a trabalhar com os desafios em suas carreiras e abrir novas oportunidades de crescimento profissional e pessoal. Naturalmente, quando se fala em altos executivos, quase que por definição, está se falando sobre trabalhadores mais velhos, em geral acima dos 40 anos. Porém, o clima corporativo nas contratações de hoje parece continuar a ignorar os trabalhadores mais velhos por uma série de motivos. Recentemente encontrei um interessante debate acadêmico sobre este tema em um espaço para debate no blog do The New York Times, onde diversos profissionais discutem sobre o porquê que empresas americanas têm muita dificuldade para que abraçar uma força de trabalho mais Senior.
De acordo com Peter Cappelli, diretor do Centro de Recursos Humanos Wharton School, trabalhadores mais velhos contribuem muito mais ao trabalho do que os os mais jovens. Eles têm melhor desempenho em uma ampla gama de áreas, trazem habilidades maduras e muitas habilidades interpessoais, normalmente são mais conscientes, atendem melhor, e assim por diante. Como diz Cappelli, “Embora se possa supor que os trabalhadores mais velhos custam mais, na verdade estes valores que os trabalhadores mais velhos recebem estão relacionados à experiência — o que afeta o desempenho.”